De fato eu deveria ter começado a escrever tudo isso a quatro dias atrás. Mas deixei todos os detalhes se apurarem na minha cabeça até estar pronto para tal. Não está sendo tão dificil como pensei e nem ao menos tão facil como deveria ser.
Resolvi começar com uma introdução para explicar o inicio de tudo, (segundo meu ponto de vista) e o poder de que decisões bobas podem gerar catastrofés imensuravéis.
Não sei direto dizer quando tudo começou. Mas nossa história foi um mar de encontros e desencontros, de medos e lágrimas. Mas apesar de tudo isso, eramos inseparavéis. Essa rotina gerou um amor e um apego tão profundo em ambos que devido a ausência de novidades e expêriencias das partes tinhamos uma total fobia de acabarmos sedendo a caprichos primitivos e magoar a contra-parte.
Estes ciumes e privações nos levaram a nos machucar muito, e diversas vezes colocar na balança se era mais viavél conservar uma forte amizade do que um romance verdadeiro.
Eu mesmo me questionei dezenas de vezes se aquilo era bom para mim ou para ele. E a minha conclusão sempre acabava com a mesma resposta: Eu o AMO!
Minhas crises depressivas e minhas paranóias de baixa estima me levaram a fazer pouco caso de mim mesmo. O fato de se relacionar com alguém mais novo e de personalidade forte me deixava temeroso com o pior. Mas eu me tranquilizava por lembrar sempre de nossa promessa de amor e fidelidade.
Num determinado ponto após quase traições e muito descaso da parte dele eu comecei a me sentir carente e fui fortemente cativado por um grande amigo. Nossa afinidade cresceu tanto quanto nosso desejo. E apesar de feliz em ser querido eu tava dividido pelo amor de alguem ainda mais novo. Mas uma vez o medo me abateu ao me aproximar. Eu queria contar para meu parceiro o que se passava mas ele não me ouvia. Então um dia ele descobriu ao ler as conversas arquivadas do meu pc. Já haviamos completado um ano de namoro e aquela foi a nossa PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL.
Ele me perdoou e prometeu não me abandonar sobre a condição que eu esquecesse esse meu "Quase Amante " virtual. Mas isso fez nossa relação se aprimorar e se revestir de carinhos e compreensões.
Num determinado ponto após quase traições e muito descaso da parte dele eu comecei a me sentir carente e fui fortemente cativado por um grande amigo. Nossa afinidade cresceu tanto quanto nosso desejo. E apesar de feliz em ser querido eu tava dividido pelo amor de alguem ainda mais novo. Mas uma vez o medo me abateu ao me aproximar. Eu queria contar para meu parceiro o que se passava mas ele não me ouvia. Então um dia ele descobriu ao ler as conversas arquivadas do meu pc. Já haviamos completado um ano de namoro e aquela foi a nossa PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL.
Ele me perdoou e prometeu não me abandonar sobre a condição que eu esquecesse esse meu "Quase Amante " virtual. Mas isso fez nossa relação se aprimorar e se revestir de carinhos e compreensões.
Fomos felizes!
De alguns meses para cá, tudo passou a ser motivo de resentimentos e brigas. Na minha opinião todo casal passa por isso, por mais que isso incomode, doa e irrite. Os ciumes dele por mim eram perfeitamente exagerados e eu já não conseguia ponderar meus discursos e acabava soltando meia duzia de alfinetadas e recebendo centenas de patadas de volta. Mas foi um dia antes de minha viagem de férias que ele me traiu com um completo desconhecido.
Não esperando meu regresso já me notificou que algo de ruim entre nós aconteceria ou como ele usou em palavras "Não sobreviveriamos a isso".
Não esperando meu regresso já me notificou que algo de ruim entre nós aconteceria ou como ele usou em palavras "Não sobreviveriamos a isso".
No dia do meu retorno ele terminou comigo. Eu estava conformado a dar um tempo. Talvez era o que precisassemos para nos entender melhor. Mas dai ele contou sobre a traição sem sentido que cometeu. Minha dor foi alucinante, sua frieza era ... dolorosa de se presenciar. Ele parecia tão certo do que queria. E eu me senti um lixo. Largado com o coração cheio de amor e sangrando em minhas mãos. Minha vontade era tacar o velho pulsante vermelho no lixo para não sentir sua dor. Mas não consegui. A solução era envolve-lo em ataduras e deixa-lo quietinho.
Não chorei!
Tentei superar isso da maioria das formas possiveis. E mesmo com um pedido de um possivel ficante (deus grego, modéstia parte) eu o reneguei pela dor. Ainda me considerava casado.
O Deus grego e eu ficamos muito amigos e ele me convenceu a conversar sobre meus sentimentos com meu "ex".
Foi o que fiz.
Para a minha felicidade ele me pediu para voltar. Tentando nos valorizar um pouco deixei a proposta dele de me reconquistar prosseguir.
Minha felicidade foi ao auge.
Combinamos de sair no dia seguinte (sábado) e no dia posterior. Mas ele sumiu depois de nossa conversa de manhã cedo.
Medo, dor, diversos sentimentos e pensamentos passaram por mim. As poucas conversas curtas que conseguimos ter nessa passagem de fim de semana, foi revestida de mentiras e desculpas nas quais eu preferi fingir que acreditava.
Foi o que fiz.
Para a minha felicidade ele me pediu para voltar. Tentando nos valorizar um pouco deixei a proposta dele de me reconquistar prosseguir.
Minha felicidade foi ao auge.
Combinamos de sair no dia seguinte (sábado) e no dia posterior. Mas ele sumiu depois de nossa conversa de manhã cedo.
Medo, dor, diversos sentimentos e pensamentos passaram por mim. As poucas conversas curtas que conseguimos ter nessa passagem de fim de semana, foi revestida de mentiras e desculpas nas quais eu preferi fingir que acreditava.
Em plena segunda feira dia 26/07/2010, após o conselho de um fabuloso amigo, eu contei tudo o que se passava em minha mente e coração. Passando e filtrando sentimentos de receio da perda, rotina, orgulho, vergonha e enfins.
Ele foi frio, mas senti uma fagulha de esperança. E se hoje estou aqui escrevendo estas notas, é por uma promessa feita a ele nesse nosso ultimo encontro.
Ele me pediu para que durante uma semana não nos falassemos, mas que eu escrevesse tudo o que acontecesse comigo durante este tempo. Quanto a promessa que fiz ele fazer não vem ao caso. Era simples e importante. todos os meus sentimentos e pensamentos para ele. Me entreguei, implorei e demonstrei meu lado mais fragil e puro. O desejo pleno do amor que por ele eu sentia e como minha propria mente estava me fazendo definhar sem ele.
Ele foi frio, mas senti uma fagulha de esperança. E se hoje estou aqui escrevendo estas notas, é por uma promessa feita a ele nesse nosso ultimo encontro.
Ele me pediu para que durante uma semana não nos falassemos, mas que eu escrevesse tudo o que acontecesse comigo durante este tempo. Quanto a promessa que fiz ele fazer não vem ao caso. Era simples e importante. todos os meus sentimentos e pensamentos para ele. Me entreguei, implorei e demonstrei meu lado mais fragil e puro. O desejo pleno do amor que por ele eu sentia e como minha propria mente estava me fazendo definhar sem ele.
Então é isso.
Vamos ao relatório.
caraleo, sem palavras ...
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